FORMAÇÃO ARTÍSTICA

1978 – iniciou o contato com a arte, transformando pedras portuguesas em pequenas casas com diversos formatos e trepadeiras floridas.
1991 – concluiu curso de pinturas e colagens em caixas e bandejas de madeira.
1999 – curso de Textura em Tela com diversas técnicas sob a direção da professora Regina Raymundo.
A partir do ano 2000 cursa aulas de pintura e técnica mista no atelier de Eva Britz.
2003 – Curso de desenho e pintura no Atelier do Ricardo Frazão.
2005 – Faz parte do Atelier de Eva Britz.

EXPOSIÇÕES COLETIVAS

2000 – Alfa Barra Clube – RJ
2000 – Galeria de Arte EMERJ – RJ

2001 – Sociedade Civil do Village São Conrado – RJ
2001 – Espaço Cultural Gugut
2001/2002 – Hotel Fazenda 3 Pinheiros
2002 – Sociedade Brasileira de Belas Artes – Salão de Maio – medalha de prata – RJ
2002 – Galeria Gourmet – Arte e Futebol – RJ
2002 – Sociedade Brasileira de Belas Artes – Salão J. M. de Almeida – gran bronze – RJ
2002 – Sociedade Brasileira de Belas Artes – Arte Sacra – menção honrosa – RJ
2003 – Academia de Letras e Artes Paranapuã – menção honrosa especial
2003 – Exposição EMERJ – Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro – RJ 

INDIVIDUAL SIMULTÂNEA

2001 – Centro de Eventos Empresariais da Bolsa de Valores do Rio de Janeiro – RJ

INDIVIDUAL

2002 – Centro Cultural Estácio de Sá – RJ

PUBLICAÇÕES

Livro ANUÁRIO DA ARTE BRASILEIRA 2001
Livro ANUÁRIO DA ARTE BRASILEIRA 2002

C R Í T I C A S

CLEIDE LAVIGNE faz um duplo recorte no espaço da imaginação criadora. Uma das regiões que ela plasma sobre a tela é habitada por formas ondulantes, nebulosas de pura cor, que parecem brotar do mesmo manancial que faz jorrar nossos sonhos. A outra região, de igual valor estético, nasce sob o império da ordem: faixas de retas coloridas que se entrelaçam, ou quadrados e retângulos que vazam portas dimensionais num universo de pura liberdade virtual. Em algumas obras predomina a fatura do lirismo rítmico, que evoca  a biologia secreta da vida, do micro ao macrocosmo. A conjunção desses dois reinos – geometrização e organicidade – cria uma rica tensão visual, um casamento de opostos que energiza nosso olhar para perceber a beleza das formas para além do figurativismo banal. Com seu duplo idioma plástico, Cleide nos reafirma o estatuto da liberdade de criação, os direitos do imaginário finalmente superam a ditadura do realismo cotidiano.

MÁRIO MARGUTTI – Abril de 2001

CLEIDE LAVIGNE é uma artista de espírito livre e rara sensibilidade. É neste conceito liberal que nos apresenta sua mais recente produção: abstraindo, insinuando transparências, ora retratando a natureza com delicados traçados. Com perfeito equilíbrio tonal e laboriosa mistura de mistura de materiais orgânicos e inorgânicos. Cleide nos remete ao onírico e a altos vôos da imaginação. Seus quadros falam por si e merecem atenção no olhar.

EVA BRITZ – Março de 2002

 


EXPOSIÇÃO INDIVIDUAL SIMULTÂNEA
Centro de Eventos Empresariais da
Bolsa de Valores do Rio de Janeiro – RJ

v o l t a r